Por Graziela Piro
Medicina Ortomolecular promove a correção das carências nutricionais equilibrando e restabelecendo a sinergia bioquímica do organismo. Esta especialidade utiliza de vitaminas, minerais e aminoácidos para promover esta harmonia e combater os radicais livres. A expressão "Medicina Ortomolecular" foi criada e consagrada pelo bioquímico americano Linus Pauling (aquele que ganhou o Prêmio Nobel de Química em 1954 e o Nobel da Paz em 1962).
Os radicais livres são formados pelas células a partir do oxigênio que não participa da produção de energia em nosso organismo (que correspondem a cerca de 1 a 2% de todo o oxigênio). Eles danificam as células sadias do organismo. O preocupante é que existem outras fontes de radicais livres provenientes de fatores externos como exposição à poluição, raios X, radiação ultravioleta e Radiação eletromagnética, tabagismo, consumo de bebicas alcólicas e alimentos contendo aditivos químicos, conservantes e hormônios – utilizado em carnes de gado e galináceos. O estresse também provoca a produção destes radicais.
Daí você pergunta: Qual a finalidade dos radicais livres, afinal? Eles têm papel principal no combate as inflamações e bactérias e ainda controlam o tônus dos músculos lisos. A notícia boa é que existem os antioxidantes, que também podem ser produzidos pelo organismo, nos protegendo da ação danosa dos radicais livres. Esses antioxidantes podem ser ingeridos através dos vegetais (batata, beterraba, brócolis, espinafre, pimenta vermelha, milho, repolho) e frutas (ameixa, banana, laranja, maça, melão, morango, pera, tomate, uva).
A medicina ortomolecular é um tanto cara, já que os planos de saúde não cobrem essa atividade, e o jeito é o equilíbrio e o acompanhamento nutricional. Ingerindo os alimentos certos não tem erro!
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